sábado, 12 de maio de 2012

Mais de 500 Cidades em Situação de Emergência


A seca tem castigado o nosso sertão como a muito tempo não se tinha noticia. Veja o que foi vinculado no site G1 e no Jornal Nacional. (Rede Globo)

Plantação Perdida"A seca na Região Nordeste já deixou mais de 500 cidades em situação de emergência. A falta de chuva secou rios, rejudicou as lavouras e fez disparar o preço de alimentos, como o milho e o feijão. Animais famintos, sem ter o que comer. Na terra esturricada pela seca, não dá para plantar. O agricultor trabalha em vão. A água é suja, salgada e está cada vez mais distante. São poucos os reservatórios que ainda não secaram. O Rio Pajeú, no município de Floresta, um dos maiores rios do sertão, hoje é cenário de desolação.

“Era a água que servia para a gente fazer irrigação agrícola, pastagem de animais e todo o uso doméstico. Hoje, com a seca, a gente está em uma situação dessas”, conta o agricultor Florisvaldo de Souza.
Os números do Ministério da Integração Nacional divulgados neste sábado (5) revelam o mapa da escassez de chuva na região: 525 municípios do Nordeste estão em situação de emergência; outros 221 também sofrem os efeitos da estiagem e aguardam a avaliação da Secretaria Nacional de Defesa Civil. Na Paraíba, 171 cidades decretaram emergência, no Rio Grande do Norte, 139, e em Pernambuco, 45.
Na Bahia, a situação é mais grave, o estado de emergência já foi reconhecido em 232 municípios. Segundo a defesa civil do estado, esta é a pior seca dos últimos 47 anos. No município de Anagé não chove há dois anos. Agricultores estão perdendo as plantações e muitas famílias estão sem água para beber.
A seca no agreste e no sertão de Pernambuco já apresenta reflexos na Ceasa do Recife, o maior centro de abastecimento do estado. A queda na produção atinge o milho verde, um dos alimentos mais consumidos a partir do mês de maio até o São João. A quantidade de milho diminuiu e os preços já dispararam.
O preço quase dobrou em relação ao mesmo período do ano passado. Hoje, a chamada mão de milho, com 50 espigas, é vendida por R$ 15. No ano passado? “Era de R$ 8 a R$ 10 a mão”, revela um vendedor.
Com o feijão não foi diferente. O preço subiu 100% em relação ao mesmo período do ano passado. O quilo passou de R$ 3 para R$ 6,20."

    Diante desta realidade precisamos mais do que nunca de uma mobilização da igreja em termos práticos para ajudar este povo sofrido. Veja o que diz Isael Pereira da Silva na rede de relacionamentos Facebook "Até o momento nossa cidade está sem chuva. Só tem muito calor, baixa umidade do ar e pouquíssima água para beber! Se não tem dinheiro que pague uma vida, porque o Governo não traz água para Cá e melhora a vida de milhares de campoalegrenses?
Somos, segundo o censo de 2010, 28.079 habitantes, com a construção da adutora do Rio São Francisco, serão beneficiadas o dobro de pessoas diretas e indiretas!
POR FAVOR, COMPARTILHE E CHAME A ATENÇÂO PARA ESSA CAUSA, SÂO CRIANÇAS, ANIMAIS, JOVENS, ADULTOS e IDOSOS, SOFRENDO, ADOECENDO E MORRENDO!!!!"


      A Aliança das Igrejas Cristãs Evangélicas do Brasil (AICEB) esta se mobilizando para ajudar a minimizar o sofrimento do povo nordestino na região baiana e sul do Piauí castigada pela seca.

Informações
 AICEB -  Telefone  98 3245-6699  E.mail: aiceb@uol.com.br
Veja Matéria no Repórter de Deus: http://icebatalha.blogspot.com.br/2012/05/urgente.html

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